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domingo, 21 de agosto de 2011

Roy Lichtenstein – Pintor da Pop-Art

Roy Fox Lichtenstein mais conhecido como somente Lichtenstein, nasceu em 1923 na cidade de Nova Iorque (Estados Unidos), lá foi que começou a trabalhar como pintor e foi reconhecido como artista da Pop Art.

roy lichtenstein pintor da pop art Roy Lichtenstein   Pintor da Pop Art

A grande inspiração de Lichtenstein para utilizar histórias em quadradinhos como estilo de pintura, teve início com um desenho do Mickey (Disney), que fez para seus filhos no ano de 1960. O pintor fazia seus quadros utilizando tinta acrílica e óleo, e com isso aumentava a proporção histórias em quadrinhos com muita qualidade.

Aplicava de Pontos Ben-Day (pontilhados), cores vivas, lisas e limitadas, tracejadas por linhas escuras, combinações com as quais ofereciam para as pinturas um maior impacto visual.
Com suas obras de Pop Art, Lichtenstein desejava disponibilizar uma idéia sobre a leitura e as formas de cada arte.

Muitos dos desenhos do pintor Lichtenstein eram copias de outros artistas que trabalhavam com histórias em quadrinhos, dentre eles Russ Heath e Jack Kirby, e não os dava o devido reconhecimento, se tornando assim um pouco mal falado entre os pintores desse estilo na época.

As cores usadas por Lichtenstein em suas obras eram amarelo, azul escuro, branco e vermelho, e contornava na cor preta para mais destaque à suas pinturas. Vejas abaixo alguns trabalhos do pintor:

the red horseman lichtenstein 300x222 Roy Lichtenstein   Pintor da Pop Art
The Red Horseman - Lichtenstein

nudes thinking nude lichtenstein 300x210 Roy Lichtenstein   Pintor da Pop Art
Nudes Thinking Nude - Lichtenstein

crying girl lichtenstein 300x210 Roy Lichtenstein   Pintor da Pop Art
Crying Girl - Lichtenstein

bedroom in arles lichtenstein 300x240 Roy Lichtenstein   Pintor da Pop Art
Bedroom In Ales - Lichtenstein

segunda-feira, 28 de março de 2011

É pop !! É Pop Art !


  
Movimento principalmente americano e britânico, sua denominação foi empregada pela primeira vez em 1954, pelo crítico inglês Lawrence Alloway, para designar os produtos da cultura popular da civilização ocidental, sobretudo os que eram provenientes dos Estados Unidos.

 

                                          
Com raízes no dadaísmo de Marcel Duchamp, o pop art começou a tomar forma no final da década de 1950, quando alguns artistas, após estudar os símbolos e produtos do mundo da propaganda nos Estados Unidos, passaram a transformá-los em tema de suas obras.

Representavam, assim, os componentes mais ostensivos da cultura popular, de poderosa influência na vida cotidiana na segunda metade do século XX. Era a volta a uma arte figurativa, em oposição ao expressionismo abstrato que dominava a cena estética desde o final da segunda guerra. Sua iconografia era a da televisão, da fotografia, dos quadrinhos, do cinema e da publicidade.


Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade pelos objetos de consumo, ela operava com signos estéticos massificados da publicidade, quadrinhos, ilustrações e designam, usando como materiais principais, tinta acrílica, ilustrações e designs, usando como materiais, usando como materiais principais, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, transformando o real em hiper-real.
 

Mas ao mesmo tempo que produzia a crítica, a Pop Art se apoiava e necessitava dos objetivos de consumo, nos quais se inspirava e muitas vezes o próprio aumento do consumo, como aconteceu por exemplo, com as Sopas Campbell, de Andy Warhol, um dos principais artistas da Pop Art.


Além disso, muito do que era considerado brega, virou moda, e já que tanto o gosto, como a arte tem um determinado valor e significado conforme o contexto histórico em que se realiza, a Pop Art proporcionou a transformação do que era considerado vulgar, em refinado, e aproximou a arte das massas, desmitificando, já que se utilizava de objetos próprios delas, a arte para poucos.
   
                                                          Principais Artistas:
Robert Rauschenberg (1925) Depois das séries de superfícies brancas ou pretas reforçadas com jornal amassado do início da década de 1950, Rauschenberg criou as pinturas "combinadas", com garrafas de Coca-Cola, embalagens de produtos industrializados e pássaros empalhados.


Por volta de 1962, adotou a técnica de impressão em silk-screen para aplicar imagens fotográficas a grandes extensões da tela e unificava a composição por meio de grossas pinceladas de tinta. Esses trabalhos tiveram como temas episódios da história americana moderna e da cultura popular.
                 
Brighitte Bardot

Roy Lichtenstein (1923-1997). Seu interesse pelas histórias em quadrinhos como tema artístico começou provavelmente com uma pintura do camundongo Mickey, que realizou em 1960 para os filhos. Em seus quadros a óleo e tinta acrílica, ampliou as características das histórias em quadrinhos e dos anúncios comerciais, e reproduziu a mão, com fidelidade, os procedimentos gráficos. Empregou, por exemplo, uma técnica pontilhista para simular os pontos reticulados das historietas. Cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual.

                                                             
Com essas obras, o artista pretendia oferecer uma reflexão sobre a linguagem e as formas artísticas. Seus quadros, desvinculados do contexto de uma história, aparecem como imagens frias, intelectuais, símbolos ambíguos do mundo moderno. O resultado é a combinação de arte comercial e abstração.


Andy Warhol (1927-1987). Ele foi figura mais conhecida e mais controvertida do pop art, Warhol mostrou sua concepção da produção mecânica da imagem em substituição ao trabalho manual numa série de retratos de ídolos da música popular e do cinema, como Elvis Presley e Marilyn Monroe. Warhol entendia as personalidades públicas como figuras impessoais e vazias, apesar da ascensão social e da celebridade.


Da mesma forma, e usando sobretudo a técnica de serigrafia, destacou a impessoalidade do objeto produzido em massa para o consumo, como garrafas de Coca-Cola, as latas de sopa Campbell, automóveis, crucifixos e dinheiro.Produziu filmes e discos de um grupo musical, incentivou o trabalho de outros artistas e uma revista mensal.


NO BRASIL

A década de 60 foi de grande efervescência para as artes plásticas no pais. Os artistas brasileiros também assimilaram os expedientes da pop art como o uso das impressões em silkscreen e as referências aos gibis. Dentre os principais artistas estão Duke Lee, Baravelli, Fajardo, Nasser, Resende, De Tozzi, Aguilar e Antonio Henrique Amaral.

A obra de Andy Warhol expunha uma visão irônica da cultura de massa. No Brasil, seu espírito foi subvertido, pois, nosso pop usou da mesma linguagem, mas transformou-a  em instrumento de denúncia política e social.


 Tela do artista plástico LOBO POP Art em www.bnpress.wordpress.com 
       





      
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